domingo, 28 de maio de 2017

Crianças não vacinadas preocupam saúde pública no Brasil



Enquanto não se resolver a intrincada poção mágica que inclui liberdades individuais, saúde pública, prerrogativas e direitos das crianças, terapias alternativas, fanatismo religioso e poder do Estado, estamos correndo sérios riscos.

A matéria é do Estadão:

Grupos contrários à vacinação avançam no País e preocupam Ministério da Saúde

Movimento, disseminado principalmente nas redes, é apontado como causa de surto de sarampo na Europa

Fabiana Cambricoli e Isabela Palhares

Embora o Brasil tenha um dos mais reconhecidos programas públicos de vacinação do mundo, com os principais imunizantes disponíveis a todos gratuitamente, vêm ganhando força no País grupos que se recusam a vacinar os filhos ou a si próprios. Esses movimentos estão sendo apontados como um dos principais fatores responsáveis por um recente surto de sarampo na Europa, onde mais de 7 mil pessoas já foram contaminadas. No Brasil, os grupos são impulsionados por meio de páginas temáticas no Facebook que divulgam, sem base científica, supostos efeitos colaterais das vacinas.

O avanço desses movimentos já preocupa o Ministério da Saúde, que observa queda no índice de cobertura de alguns imunizantes oferecidos no Sistema Único de Saúde (SUS). No ano passado, por exemplo, a cobertura da segunda dose da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, teve adesão de apenas 76,7% do público-alvo.

“Isso preocupa e causa um alerta para nós porque são doenças imunopreveníveis, que podem voltar a circular se a cobertura vacinal cair, principalmente em um contexto em que temos muitos deslocamentos entre diferentes países”, diz João Paulo Toledo, diretor do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, que ressalta que todas as vacinas oferecidas no País são seguras.

A disseminação de informações contra as vacinas ocorre principalmente em grupos de pais nas redes sociais. O Estado encontrou no Facebook cinco deles, reunindo mais de 13,2 mil pessoas. Nesses espaços, os pais compartilham notícias publicadas em blogs, a maioria de outros países e em inglês, sobre as supostas reações às vacinas – por exemplo, relacionando-as ao autismo.

Os pais também trocam informações para não serem denunciados, como não informar aos pediatras sobre a decisão de não vacinar os filhos, e estratégias que eles acreditam que garantiram imunização das crianças de forma alternativa, com óleos, homeopatia e alimentos.

Exemplos. A doula Gerusa Werner Monzo, de 33 anos, participa de um desses grupos. Ela afirma que há anos começou a ler sobre as vacinas e, por isso, sempre foi contrária a imunizar os filhos, hoje com 6 e 9 anos. “Tomaram as que são dadas nos primeiros meses de vida porque fui obrigada, mas não foram todas. O caçula, por exemplo, não tomou reforços da tríplice viral e a da poliomielite”, disse. Gerusa diz ser contra vacinar seus filhos por achar a imunização desnecessária em crianças saudáveis e por medo de possíveis reações.

“Meus meninos nunca tomaram vacinas como a da gripe ou febre amarela, mas são mais saudáveis que muitas crianças porque têm boa alimentação, fazem tratamento com homeopatia. As vacinas atrapalham essa imunização natural que desenvolveram.”

Ela conta, no entanto, que os dois já tiveram catapora – doença que pode ser evitada com a vacina tetra viral.

A designer Fátima (nome fictício), de 39 anos, é mãe de um menino de 3 anos que só foi vacinado, pelo calendário oficial, até os 15 meses. Ela pediu para não ser identificada, por medo de ser denunciada e porque o pai do menino não sabe que o filho não tomou todas as vacinas.

“Quando ele tinha quatro meses, tomou as vacinas tetravalente e rotavírus e dias depois seu comportamento mudou, ficou agitado, não conseguia comer, teve alergia por todo o corpo. Na época, eu não entendia o que tinha acontecido, mas, depois de conhecer os grupos que falam sobre as verdadeiras reações das vacinas, tenho certeza de que foi uma consequência delas.”

Foi depois de entrar nos grupos que ela decidiu não dar as vacinas seguintes no menino, mesmo sem ter o apoio de familiares e do pediatra. “Não comento com ninguém sobre isso, nem com o meu marido, só a minha mãe sabe que eu parei de dar as vacinas. Não vou dizer nada para o médico nem na escola para evitar qualquer problema. Essa é uma decisão minha e sei que estou cuidando bem do meu filho de outra forma, com uma alimentação saudável e tratamento homeopático”, disse.

Risco. Especialistas ressaltam que a decisão de Fátima, Gerusa e de outros pais contrários à vacinação não traz consequências apenas individuais: a queda na cobertura vacinal pode causar problemas de saúde pública. “Imagine se 5% da população deixar de tomar a vacina a cada ano. Isso forma um nicho de pessoas suscetíveis a doenças que, caso contaminadas, podem infectar mais gente”, alerta Guido Carlos Levi, da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).



sábado, 27 de maio de 2017

Egito ataca Estado Islâmico para vingar cristãos martirizados



Este mundo está cada vez mais louco...

A notícia é do Estadão:

Egito ataca base do EI na Líbia após 
atentado que matou 28 cristãos

Mascarados atiraram contra o ônibus que transportava fiéis a um mosteiro copta, deixando também 24 feridos; ação ocorre pouco mais de um mês após os atentados do Estado Islâmico a igrejas coptas no Dia de Ramos

CAIRO - O presidente egípcio, Abdel-Fatah al-Sissi, ordenou nesta sexta-feira um ataque aéreo contra bases de treinamento do Estado Islâmico na Líbia horas após um atentado contra cristãos coptas deixar 28 mortos e 24 feridos. Ele também apelou ao presidente americano, Donald Trump, que lidere a luta contra o terrorismo.

Homens mascarados abriram fogo com armas automáticas contra um ônibus e outros veículos que transportavam fiéis para o mosteiro copta de São Samuel, na Província de Minia. Nenhum grupo assumiu a autoria do ataque.

O atentado, a oeste da localidade de Al Adua, coincide com a ofensiva iniciada há alguns meses pelo braço egípcio do grupo extremista Estado Islâmico (EI) contra a minoria cristã copta no país – que representa cerca de 10% dos 90 milhões de habitantes do Egito – em meio à perda de terreno do grupo no Iraque e na Síria.

Forças de segurança iniciaram uma busca pelos agressores, montando dezenas de postos de verificação e patrulhas na estrada desértica.

O ataque ocorreu na véspera do início do mês muçulmano sagrado do Ramadã e na esteira de uma série de atentados a bomba contra igrejas cristãs coptas no Egito reivindicados pelo EI. Em 9 de abril, atentados contras as catedrais coptas de São Jorge, na cidade de Tanta, no Delta do Rio Nilo, e de São Marcos, em Alexandria, deixaram 45 mortos e um ataque suicida em 11 de dezembro contra a Igreja de São Pedro, no Cairo, matou 29 fiéis, a maioria mulheres e meninas.

Após os atentados do Domingo de Ramos, o presidente egípcio declarou estado de emergência por três meses. Na ocasião, ele acusou os jihadistas de tentar dividir o país com ataques contra minorias.

Os coptas são uma das comunidades cristãs mais importantes do Oriente Médio, e uma das mais antigas. Os muçulmanos sunitas são maioria no Egito.

A Justiça civil anunciou na semana passada o envio à Justiça militar de 48 pessoas suspeitas de envolvimento nos ataques contra as três igrejas coptas realizados desde dezembro.

Segundo a Promotoria, os acusados comandavam ou pertenciam a “duas células” vinculadas ao EI, no Cairo e no sul do Egito, e participaram em “treinamento militar em campos na Líbia e na Síria”.

Um braço do grupo extremista atua ao norte da Península do Sinai, onde ataca com frequência as forças de segurança, sobretudo desde que o Exército destituiu em 2013 o presidente Mohamed Morsi, ligado à proscrita Irmandade Muçulmana.

A comunidade cristã do Egito recebeu no mês passado o apoio do papa Francisco. Durante uma visita de dois dias, o pontífice defendeu a tolerância e o diálogo entre muçulmanos e cristãos. Fervoroso defensor do ecumenismo, Francisco reuniu-se na ocasião com o papa copta ortodoxo do Egito, Teodoro II, e com o imã Ahmed Al-Tayeb, da mesquita de Al-Azhar, a instituição mais prestigiosa do Islã sunita.

Em um comunicado, o Vaticano disse que o papa ficou “muito triste” com o “bárbaro” ataque. Em uma mensagem de condolências, o papa afirmou que continuará com sua “intervenção pela paz e a reconciliação” no Egito.

“O incidente de Minia é inaceitável para os muçulmanos e os cristãos e atenta contra a estabilidade do Egito”, afirmou o imã Al-Tayeb em um comunicado. Em sua página oficial no Facebook, a Irmandade Muçulmana disse que, como em outras ocasiões, o “derramamento do sangue egípcio é proibido” e os ataques são um “crime”.

A Igreja copta apelou, por sua vez, “por mais medidas para prevenir esses incidentes que prejudicam a imagem do Egito”.



sexta-feira, 26 de maio de 2017

Atentado contra ônibus mata 23 cristãos no Egito


A trágica notícia vem da Agência Brasil:

Ataque contra ônibus de cristãos no Egito deixa pelo menos 23 mortos

Pelo menos 23 pessoas morreram nesta sexta-feira (27) e 27 ficaram feridas em um ataque feito por um grupo de homens desconhecidos contra um ônibus de cristãos no povoado de Al Adua, na província de Minia, no Sul do Egito, informou à Agência EFE e o porta-voz do Ministério da Saúde egípcio, Jaled Muyahid.

Entre os feridos, sete estão em estado grave, segundo uma fonte de segurança.

Segundo declarou essa mesma fonte à Agência EFE, o ataque aconteceu quando o ônibus, que transportava cristãos coptas, dirigia-se ao mosteiro de São Samuel, a poucos quilômetros de Al Adua.

A fonte de segurança afirmou que um número indeterminado de homens armados, que estavam em quatro veículos, rodearam o ônibus e começaram a disparar enquanto o veículo circulava por um caminho perto de Al Adua, a caminho do mosteiro.

Os feridos foram levados, segundo o porta-voz, a três hospitais nos povoados de Magaga, Al Adua e Bani Mazar, na província de Minia.

O número de vítimas poderia aumentar pelo estado de saúde das pessoas feridas, segundo a fonte de segurança.

Até o momento, nenhum grupo assumiu a autoria do ataque e ainda não se sabe quantas pessoas contribuíram pelo ocorrido.

A minoria cristã copta foi vítima de numerosos atentados nos últimos meses, pois em 9 de abril, Domingo de Ramos, o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) cometeu dois ataques nas catedrais de São Jorge, na cidade de Tanta (delta do Nilo), e de São Marcos de Alexandria (costa mediterrânea), nas quais morreram 46 pessoas.

Além disso, em 11 de dezembro um terrorista filiado ao EI se explodiu no interior da Igreja de São Pedro, situada junto à catedral copta da capital egípcia do Cairo, e matou uns 30 fiéis, a maioria mulheres e crianças.

Os coptas egípcios representam entre 10% e 12% da população.

Edição: Graça Adjuto



quinta-feira, 25 de maio de 2017

Papa não esconde desconforto ao encontrar Trump


A foto acima é - obviamente - uma montagem, mas outras tantas foram tiradas ontem durante o encontro do papa Francisco com o presidente norte-americano Donald Trump, sua esposa Melania e sua filha Ivanka, essas duas devidamente paramentadas com um discreto véu feminino.

É de dar dó o desconforto do papa ao lado das visitas ilustres. Prato cheio para o bom (e o mau) humor.

Seu incontornável descontentamento ganhou a internet e fez as redes sociais surtarem:












  







quarta-feira, 24 de maio de 2017

Preso por corrupção o procurador que defendia leis anticorrupção


Que tempos esquisitos estes do Brasil, viu...

A noticia é do Conjur:

Procurador preso nesta quinta foi à Câmara defender pacote "anticorrupção" do MPF

O procurador da República Ângelo Goulart Villela, preso nesta quinta-feira (18/5) sob suspeita de repassar detalhes de investigações ao dono do frigorífico JBS, já subiu à tribuna da Câmara dos Deputados para defender as chamadas 10 Medidas contra a Corrupção — proposta de reforma do Código de Processo Penal defendida pelo Ministério Público Federal.

Em audiência no dia 22 de junho e 2016, ele afirmou ser necessário o “aprimoramento do combate à corrupção em nosso país” e pediu “um basta no caixa dois” eleitoral. Das dez medidas listadas pelo MPF, ele destacou proposta para tipificar a contabilidade paralela como crime e determinar que partidos políticos respondam de forma objetiva (independentemente de dolo ou culpa) por qualquer dissimulação de valores.

Diretor de Assuntos Legislativos da Associação Nacional dos Procuradores da República e assessor da Procuradoria-Geral Eleitoral, Villela integrou um grupo criado pela Procuradoria-Geral da República para “velar pela preservação do espírito do projeto inicial” da proposta, quando a Câmara sugeriu mudanças no texto.

Ele iniciou a audiência na Câmara dos Deputados saudando o “estimado colega e amigo” Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da operação “lava jato” e também participante da audiência.

“É preciso dar um basta no caixa dois, que acaba gerando um abuso do poder econômico e acaba sequestrando daqueles candidatos que querem participar de um pleito justo, limpo, equilibrado e de igual possibilidade de eles contribuírem no processo eleitoral”, declarou.

Ainda estavam na Câmara, naquele dia, os procuradores Bruno Freire de Carvalho Calabrich, José Maria de Castro Panoeiro, Guilherme Guedes Raposo, Thaméa Danelon Valiengo e Roberson Pozzobon, além da subprocuradora-geral da República Luiza Cristina Frischeisen, coordenadora da 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF (que cuida da área criminal).

Gosto amargo

Segundo o empresário Joesley Batista, dono do frigorífico JBS, Villela recebeu propina para vazar informações sigilosas sobre a operação greenfield, que investiga corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes em fundos de pensão de funcionários de estatais. A primeira denúncia da operação foi apresentada também nesta quinta. Foram denunciadas 14 pessoas, incluindo os ex-diretores da Funcef, empresários ligados à Engevix, além de políticos e um ex-superintendente da Caixa Econômica Federal.

Em comunicado a colegas, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, declarou que a prisão “tem um gosto amargo para a nossa instituição”.




terça-feira, 23 de maio de 2017

Quando Malafaia chamava Eduardo Cunha de "gênio"


Só se for "jênio" com "j", não é mesmo? 

"Acusação muito ridícula para o nível do cara"? Isto que é "profeta" boquirroto, meu povo!




segunda-feira, 22 de maio de 2017

Iranianos reelegem presidente o reformista Rouhani



Manja o Irã, aquela república islâmica tão criticada? Pois é, lá tem eleição direta para presidente e o candidato do manda-chuva do país, o aiatolá Ali Khamenei, perdeu para o atual presidente Hassan Rouhani (ou Rohani, há divergências quanto à grafia), que concorreu à reeleição.


Logo, ao contrário do Brasil varonil, bons ventos políticos e econômicos sopram no Irã, segundo informa o Estadão:

Reformista Rohani é reeleito no Irã

Com 57% dos votos, presidente que selou pacto nuclear com Ocidente ganha mais quatro anos no cargo em meio à recuperação econômica

Renata Tranches

TEERÃ - O reformista Hassan Rohani foi reeleito neste sábado, 20, presidente do Irã com 57% dos votos, em uma votação que mostrou o apoio dos iranianos ao pacto nuclear com o Ocidente, o fim de mais de uma década de isolamento internacional e um princípio de recuperação econômica.

O anúncio da vitória foi feito na manhã de ontem pelo Ministério do Interior. Seu rival na disputa, o juiz conservador Ebrahim Raisi - próximo do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, teve 38% dos votos.

O acordo negociado em 2015 estipulou regras para o país desenvolver seu programa nuclear, que incluem inspeções internacionais e limites para o enriquecimento de urânio. O Irã alega que o programa, que começou a ser desenvolvido nos anos 50, antes da Revolução Islâmica de 1979, tem objetivos pacíficos, enquanto seus críticos argumentam que teria ambição militar, para construir bombas.

No começo dos anos 2000, EUA e ONU impuseram sanções econômicas ao país, alegando falta de transparência. As medidas afetaram a economia iraniana. A retórica do então presidente, Mahmoud Ahmadinejad (2005-2013), pregando a destruição de Israel, não ajudou.

O clérigo Rohani foi eleito em 2013 com o aval do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, para levar adiante a negociação, mesmo diante da forte resistência dos linhas-duras. O presidente prometeu que, com o pacto, viria a transformação econômica.

Com o levantamento das sanções, o país começou a acumular algumas vitórias. Voltou a exportar petróleo - segundo o embaixador iraniano no Brasil, Seyed Ali Saghaeyan, a produção foi de 1 milhão para 2,5 milhões de barris por dia, entre 2015 e este ano (mais informações nesta página), e a inflação caiu de 37,7% para 7,2%. O país fechou ainda acordos bilionários com companhias europeias e até americanas, principalmente na área de aviação. Mas o desemprego não cedeu e subiu de 10,4%, em 2013, para 11,2%, este ano.

A explicação, segundo o especialista Pejman Abdolmohammadi, pesquisador da London School of Economics, é que o presidente não influenciou drasticamente a condição econômica iraniana, apesar de ter conseguido algumas aberturas que ajudarão no longo prazo. O baixo preço do petróleo, no momento em que o país volta a exportar, limitou os ganhos do acordo.

O fim da “doutrina Obama”, de aproximação com Teerã, foi outro fator negativo e está influenciando os assuntos domésticos, segundo Abdolmohammadi. O especialista da Texas Christian University, Manocher Dorraj, acrescenta que há um lobby de Arábia Saudita e Israel - rivais iranianos - para que Trump não alivie nenhuma sanção fundamental que possa trazer prosperidade à economia do país.

Durante a campanha para tentar um novo mandato, em votação feita na sexta-feira contra Raisi, o presidente foi criticado por seus partidários por não promover a ampliação dos direitos civis e liberdades com as quais se comprometeu. “As pessoas realmente esperavam que ele pudesse fazer algo nesse sentido”, explica o pesquisador da London School. Ele foi cobrado também por não ter criado condições para libertar dois líderes reformistas em prisão domiciliar desde 2011: Hossein Mousavi e Mehdi Karroubi.

Como chefe de governo, Rohani alega que há limites para o que pode fazer. No Irã, quem dá a última palavra é o líder supremo. Mas o argumento não foi suficiente e críticas têm se repetido, como a da premiada atriz Baran Kosari, que fez campanha para Rohani em 2013. “Simplesmente dizer que ele (o governo) está sob pressão não é aceitável”, disse.

De qualquer forma, para especialistas Rohani teve um papel fundamental para mudar a imagem internacional do Irã. “Ele foi um dos presidentes mais influentes da república islâmica, mais até, eu diria, que (Mohammed) Khatami”, disse Abdolmohammadi, em referência ao histórico líder reformista. / COM REUTERS





domingo, 21 de maio de 2017

A segunda morte de Tancredo Neves


Coluna de Juca Kfouri no seu blog no UOL, de leitura obrigatória para todos aqueles que acompanharam em tempo real a agonia de Tancredo Neves naquele longínquo ano de 1985:

A segunda morte de Tancredo Neves

Tancredo Neves, o presidente que foi sem nunca ter sido, teve dos mais gloriosos enterros já vistos no Brasil.

Menos pelo que era, mais pela esperança que despertou depois de 21 anos de ditadura.

Conservador, malicioso, frasista, dava nó em pingo d’água.

Democrata, posicionou-se a todo risco pessoal tanto contra o golpe que levou Getúlio Vargas ao suicídio quanto contra o que derrubou João Goulart.

Pagou o preço de suas escolhas e certamente jamais apoiaria nem Lula nem Dilma Rousseff.

Do mesmo modo que desaprovou os golpes contra dois presidentes legítimos nos anos 1950 e 1960, provavelmente não aprovaria outro golpe mesmo contra adversários.

E, sem dúvida, não merece que sua história seja pisoteada de maneira tão vil e tão burra como está sendo por dois netos como Aécio e Andrea, um afastado do Senado depois de pego em gravações criminosas, e de baixíssimo calão, outra presa por cumplicidade depois de, hipocritamente, jurar inocência em nome da filha e da mãe.

Aécio e Andrea não honram a memória do avô.

Nem a teoria de Darwin.



STF condena médico que prescreveu abortivo para acelerar parto e causou paralisia cerebral em bebê

Imagem meramente ilustrativa. 

A informação é do próprio Supremo Tribunal Federal:

Mantida condenação de médico que prescreveu abortivo para acelerar parto e causou lesão em bebê

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento (julgou inviável) ao Recurso Ordinário em Habeas Corpus (RHC) 128682, interposto pelo médico Oscar de Andrade Miguel, condenado à pena de cinco anos de reclusão, em regime inicial semiaberto, por lesão corporal gravíssima. Os fatos se referem à prescrição de medicamento abortivo a uma gestante, visando à aceleração do parto, que resultou em paralisia cerebral no bebê.

De acordo com os autos, o obstetra, com a finalidade de antecipar o parto em virtude de férias já agendadas, prescreveu medicamento com a substância abortiva misoprostol para uso domiciliar e sem controle médico. O medicamento deu causa a complicações no parto e exigiu a adoção de medidas de urgência como a sedação da parturiente e o uso de fórceps, o que resultou na falta de oxigenação do cérebro do bebê.

O profissional foi absolvido em primeira instância, mas o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS), ao julgar recurso da acusação, condenou-o por lesão corporal gravíssima. A defesa então impetrou recurso especial ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que foi negado. Em seguida, impetrou habeas corpus no próprio STJ, também sem sucesso.

No Supremo, a defesa questiona a decisão do STJ e a condenação de seu cliente, alegando, além de nulidades no acórdão condenatório, constrangimento ilegal na dosimetria, que teria considerado duplamente determinadas circunstâncias do crime para majorar a pena. Alega ainda que a pena-base foi exacerbada com a finalidade de evitar-se a decretação da prescrição.

Decisão

O relator do recurso, ministro Luiz Fux, lembrou que a pena do médico já está em fase de execução e já houve, inclusive, propositura de revisão criminal. “Não cabe a rediscussão da matéria perante esta Corte e nesta via processual, pois o habeas corpus não pode ser utilizado como sucedâneo de revisão criminal”, explicou. O ministro também não verificou, no caso, qualquer excepcionalidade que permita a concessão do habeas corpus, uma vez que ausentes teratologia (anormalidade), flagrante ilegalidade ou abuso de poder nas decisões atacadas.

Conforme destacou o relator, os critérios subjetivos considerados pelos tribunais anteriores para a exasperação da pena não podem ser analisados na via do habeas corpus, já que demandam minucioso exame fático-probatório. Fux verificou também que a dosimetria foi realizada com base em fatos e elementos existentes no caso, não havendo que se falar em nulidades na exasperação e ofensa ao princípio da individualização da pena. “A propósito, o Supremo fixou entendimento no sentido de que, sendo desfavoráveis as circunstâncias judiciais elencadas no artigo 59 do Código Penal, é possível a fixação da pena-base em patamar acima do mínimo legal”, concluiu.

SP/CR,AD

Processos relacionados
RHC 128682



sábado, 20 de maio de 2017

Será que Sheherazade vai amarrar filha de Silvio Santos no poste?


Rachel Sheherazade, a jornalista fascista da Paraíba que apresenta o telejornal noturno do SBT, e que se autointitula "evangélica", está com tudo e não está prosa nesta semana.

Já no dia 18 de maio, ela arranjou uma confusão no Twitter com um pessoal da esquerda, dizendo que Hitler havia fundado o PT da Alemanha, já que o nazismo - a seu ver - é uma ideologia de direita.




Essa é uma bobagem comumente dita por fãs de Bolsonaro e outros expoentes da direita, que não resistem a uma análise histórica simples e geralmente não são nem levados a sério por outros debatedores.

Afinal, é uma ideia tão tola que não compensa debater, e a gente indica alguns caminhos para que cada um faça a sua pesquisa.

Dois conselhos a respeito, apenas. Procure saber nos seus livros de História favoritos:

1) o sufoco que foi para o Hitler cumprir o prazo que ele dera a si próprio para o ataque à Polônia em 1º de setembro de 1939 (que deflagrou a Segunda Guerra Mundial). Joachim von Ribbentrop, seu ministro de Relações Exteriores levou uma carta dele próprio a Stalin (algo que Hitler abominou ter que fazer) implorando para que se finalizasse o pacto de não-agressão o quanto antes, o que foi feito em 23 de agosto de 1939 por von Ribbentrop e seu homólogo soviético Viatcheslav Molotov (sim, aquele do "coquetel"). Com isto, Stalin ganhou metade do território da Polônia e Hitler pôde concentrar todos seus esforços na frente Leste enquanto tinha garantido os inesgotáveis recursos naturais da União Soviética, com a qual ele tinha agora uma fronteira comum que invadiria em 22 de junho de 1941.


Stalin, entre von Ribbentrop e Molotov.
No fundo, ele não entendia direito o que Hitler queria, mas seus ganhos eram grandes demais para dizer não.


2) uma quase anedota: por que a suástica nazista está virada para a direita? A suástica é um símbolo ancestral, encontrado em culturas tão antigas e distintas como os astecas e os budistas do Tibete, geralmente no sentido anti-horário. Hitler desenhou a bandeira nazista (posteriormente alemã) girando a suástica para a direita porque não queria nenhuma referência à esquerda.


Buda com suástica girando à esquerda


Se alguém insistir muito, mas muito mesmo, a gente indica uma bibliografia, tá...

Feitos esses esclarecimentos singelos, já que não nos interessa aqui essa discussão inútil, hoje as redes sociais estão em polvorosa com a delação de Ricardo Saud, diretor da JBS-Friboi, dizendo que Patrícia Abravanel, filha de Sílvio Santos, esteve presente num jantar em que o magnata negociava uma propina para o sogro de Patrícia, Robinson Faria, hoje governador do Rio Grande do Norte pelo PSD.

Patrícia teria participado do jantar na casa de um dos donos da JBS, Joesley Batista, ao lado do seu atual marido, o deputado Fábio Faria (PSD-RN).

Aí, então, a internet foi à loucura com a ilustre empregada do SBT, Rachel Sheherazade, que trabalha para Sílvio Santos, pai de Patrícia e dono da rede de televisão, lembrando o triste episódio em que a nervosinha gospel ironizou um ladrão que havia sido preso a um poste e linchado.




Todos estavam querendo saber se Sheherazade, esse exemplo maravilhoso de "amor cristão", não ia querer prender Patrícia Abravanel num poste também.

Dois pesos e duas medidas?



Delator envolve Malafaia no escândalo JBS-Friboi


Aparentemente, a denúncia está relacionada ao indiciamento de Malafaia ocorrido em fevereiro de 2017.

Resta saber a extensão deste relacionamento, se é crime ou não. Aguardemos maiores informações.

A matéria é da Folha de Pernambuco:

Advogado da JBS liga procurador preso a presidente da OAB-DF e cita Malafaia

Em delação premiada, advogado confirmou que a empresa fazia pagamentos ao Procurador da República Ângelo Goulart Villela

Em depoimento que integra acordo de delação premiada, o advogado Francisco de Assis e Silva, do grupo JBS, confirmou que a empresa fazia pagamentos ao Procurador da República Ângelo Goulart Villela. Villela fazia parte da força-tarefa da Operação Greenfield, que investiga a JBS e subsidiárias em esquema de uso irregular de dinheiro de fundos de pensão. Ele foi preso na quinta-feira (18).

Segundo o advogado Silva, Villela teria sido apresentado a ele e a Joesley Batista, empresário dono do grupo J e F, por intermediação dos advogados Willer Tomaz e Juliano Costa Couto, presidente da OAB no Distrito Federal.

No vídeo do depoimento, ocorrido em 10 de maio de 2017, Silva diz que "o relacionamento do grupo com o advogado Willer Tomaz começa no finalzinho do ano passado, quando um amigo do Joesley, preocupado com as operações Greenfield e Sepsis, indica o advogado Juliano Costa Couto, que teria relacionamento próximo com a 10ª Vara Federal", afirma.

Segundo o advogado, para ilustrar sua intimidade com o magistrado responsável pelas operações, Willer lhe disse que o juiz teria aceitado se encontrar informalmente com o pastor Silas Malafaia, que desejava estreitar relações com o Judiciário após ter sido alvo de condução coercitiva.

Segundo Silva, o objetivo do grupo era "que o procurador conseguisse convencer o juiz para que ele visse um erro na representação do Ministério Público [Federal]". Para tanto, teriam sido acordados honorários de R$ 4 milhões, e mais R$ 4 milhões caso o arquivamento do inquérito fosse bem-sucedido.

O advogado relata ainda ameaças que teria sofrido após ele e o grupo JBS iniciarem, em segredo, as tratativas para uma delação premiada - a informação teria sido passada pelo procurador Villela. "Na sexta-feira, antes do Carnaval, Willer me liga e diz: 'Que sacanagem é essa de delação premiada?', eu desconversei, ele respondeu: 'O Ângelo me contou'".

Em outra reunião, prossegue o delator, Willer teria lhe dito: "Estou de olho em você e ainda vou entender o que você está fazendo". Silva afirma, então, que perguntou a Willer "sobre uma história de mensalinho de R$ 50 mil ao procurador". "Eu pergunto: 'tá certo que ele tem remuneração por isso?', e ele diz 'tá certo', e reclama que teve que dividir os honorários que pagamos a ele com o procurador e os juízes."



sexta-feira, 19 de maio de 2017

Quando a bancada evangélica disse que Deus havia escolhido Temer

Não deu certo, Feliciano! 

A bancada evangélica que assombra o Congresso Nacional com o que há de pior no meio evangélico, por ocasião da assunção da presidência da República por Michel Temer, não perdeu tempo e se reuniu com o traidor e golpista para - supostamente - "abençoá-lo", como se pode ver no vídeo abaixo.

No vídeo em questão, o deputado federal João Campos (PSDB-MG), cercado por figuras exóticas como Marco Feliciano e Silas Malafaia, além do que parece ser um sacerdote ortodoxo grego (?!), lê um trecho da Bíblia (versículos pinçados de 1ª Crônicas 28), para dizer que "Deus escolheu Michel Temer para governar o Brasil", justo ele que acabava de assumir interinamente o cargo de presidente do Brasil, no dia 12 de maio de 2016.

Não precisa ser nenhum gênio para perceber que, de profecia e Espírito Santo, esse povo está bem longe, senão não teriam se exposto a uma situação ridícula como esta, se vista um ano depois.

Eles não estão nem aí também com o mandamento que diz para "não tomar o nome de Deus em vão", já que o utilizam sem preocupação alguma com o significado e a extensão de suas palavras.

Depois se queixam que Deus não ouve suas orações...

Imagine então quem acredita piamente no Malafaia e segue cegamente a indicação dele a cada eleição:

Tem gente que acerta mais usando bola de cristal, Malafaia... 


Talvez o deputado gospel pudesse ter dado mais ênfase ao versículo 9 de 1ª Crônicas 28, que diz: "Se o buscares, ele deixará achar-se por ti; se o deixares, ele te rejeitará para sempre". 

E tem gente que ainda vota nesses caras ou nos canalhas que eles indicam (ou justificam).

Que reclamem com o bispo depois...




quinta-feira, 18 de maio de 2017

O dia em que a Terra parou



A noite do dia 18 de maio de 2017 entrará para a história do Brasil como o dia em que a Terra parou.

De repente, assim do nada, como se todos já não estivessem cansados de saber disso, fomos expostos - mais uma vez - à vergonha nacional da corrupção e da indecência.

Qual um certo apóstolo, percebemos que "não há um justo, nem um sequer" (Romanos 3:10).

Aos mais puristas que se julgavam "éticos" por terem votado neste ou naquele candidato, ou por terem derrubado este ou aquele governo, só lhes restou fingir que foram pegos de surpresa ao verem que ninguém se salva, queira a mídia global dizer quem vai para o céu ou para o inferno a seu bel prazer, ou não.

O escândalo da corrupção e da obstrução da Justiça no governo Michel Temer é algo que ainda está se desdobrando e assustando a todos pela sua extensão e profundidade.

O horror, ah, o horror...

Que triste destino o do Brasil, e de seu povo, só nos resta lamentar ouvindo Raul Seixas cantando "O Dia em que a Terra parou":


Malucos do meu Brasil varonil, não foi um sonho e ainda vai demorar muito para que possamos acordar desse pesadelo.

Preparemo-nos!



quarta-feira, 17 de maio de 2017

Cresce significativamente o número de pactos antenupciais no Brasil


No mês das noivas, saiba porque o número de pactos antenupciais cresceu 110% nos últimos 10 anos em todo o Brasil

O mês de maio é tradicionalmente conhecido como o mês das noivas.

Entre todos os preparativos para o casamento, um vem crescendo nos últimos anos: a formalização de pacto antenupcial. Segundo dados da Censec, banco de dados que reúne os atos lavrados nos cartórios brasileiros, o número aumentou 110% entre 2006 e 2016.

O pacto antenupcial é um contrato celebrado pelos noivos para estabelecer o regime de bens e as relações patrimoniais que serão aplicáveis ao casamento. O documento somente é necessário caso os noivos optem por um regime de bens diferente do regime legal, que é o regime da comunhão parcial de bens ou, em alguns casos especiais, o regime da separação obrigatória de bens. Ou seja, somente quem deseja casar pelo regime da separação de bens, comunhão universal de bens, participação final nos aquestos ou por um regime de bens misto precisa fazer um pacto antenupcial.

De acordo com o Colégio Notarial do Brasil - Seção São Paulo (CNB/SP), associação que congrega os cartórios paulistas, o número de pactos antenupciais aumentou expressivamente nos últimos anos porque os casais estão cada vez mais informados sobre os problemas que podem ser evitados na esfera patrimonial com a escolha adequada do regime de bens a vigorar no casamento. "O pacto antenupcial é um instrumento eficiente para evitar discussões no futuro e também serve para estabelecer as repercussões desejadas para as questões que envolvam herança", explica Andrey Guimarães Duarte, presidente do Colégio Notarial do Brasil - Seção São Paulo.

Porém, não é apenas para questões patrimoniais que o documento tem sido solicitado nos tabelionatos. Principalmente casais mais jovens vêm demonstrando interesse por cláusulas como prêmio por anos de casamento, multas em caso de traição e até mesmo definição de quem ficará com os animais de estimação se houver divórcio. "O limite para as cláusulas do pacto é a própria lei. Tudo o que não contrariar a lei é possível. O Código Civil estipula os deveres do casamento, que incluem, entre outros itens, fidelidade, respeito e vida em comum no domicílio conjugal" ressalta o presidente do CNB/SP.

O que é necessário para fazer o pacto antenupcial?

O pacto antenupcial deve ser feito necessariamente por escritura pública, no cartório de notas. Antes do casamento, os noivos devem comparecer ao tabelionato com os documentos pessoais (RG e CPF originais), para formalizar o documento, caso desejem casar pelo regime da separação de bens, comunhão universal de bens, participação final nos aquestos ou regime de bens misto.

Posteriormente, os noivos devem levar o documento ao cartório de registro civil onde será realizado o casamento. Após o casamento, o pacto deve ser registrado no Cartório de Registro de Imóveis do primeiro domicílio do casal, para produzir efeitos perante terceiros, e também será averbado na matrícula dos bens imóveis do casal.

Preço

O valor da escritura de pacto antenupcial, que é tabelado por lei em todos os cartórios do estado de São Paulo, é de R$ 401,17.

10 motivos para fazer pacto antenupcial em cartório

1. Agilidade: o casal deve comparecer ao cartório de notas com os seus documentos pessoais e o pacto poderá ser feito com rapidez e sem burocracia;
2. Liberdade: o casal pode escolher livremente que tipo de regime de bens deseja para sua relação, podendo mesclar ou combinar as regras dos regimes existentes;
3. Segurança: a questão da propriedade e da administração dos bens fica resolvida antes do casamento, evitando brigas e problemas futuros sobre a relação patrimonial;
4. Tranquilidade: os interessados podem estabelecer regras não patrimoniais como divisão de tarefas domésticas, direito de visita aos animais de estimação em caso de eventual divórcio etc;
5. Organização: possibilidade de estipular quem irá administrar cada bem, assim como dispor acerca de eventuais dívidas;
6. Justiça: o casal pode especificar quais bens cada um tinha antes de casar, evitando confusão patrimonial;
7. Economia: custo baixo, preço tabelado por lei, independentemente do valor do patrimônio do casal;
8. Adequação: o regime de bens pode ser alterado conforme a vontade do casal, desde que haja autorização judicial;
9. Fé pública: o documento elaborado pelo tabelião de notas garante segurança jurídica, autenticidade e eficácia;
10. Confiança: o casal terá a assessoria imparcial com relação ao regime de bens que melhor se ajusta às suas necessidades: comunhão parcial, comunhão universal, separação de bens ou participação final nos aquestos.
Fonte: Mundo do Marketing



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